A cerimonia do Oscar foi surpreendente esse ano. Finalmente! E que bom para as mulheres. Kathryn Bigelow foi a primeira mulher a ganhar o prêmio de melhor direção pelo filme Guerra ao Terror, que também ganhou como melhor filme. O melhor é que esse filme concorreu com o superestimado Avatar de James Cameron, curiosamente ex-marido de Kathryn.
Lembrei de um outro momento, não tão glorioso, mas tão curioso quanto.Quando Tom Cruise se divorciou de Nicole Kiddman e a carreira da bela despontou.
Voltemos para a vida real. Todas nós podemos alcançar tudo o que queremos sem necessariamente estar a sombra de um homem.
Não sou feminista. Muito pelo contrário, adoro pequenos mimos.
Mas adoro ser independente.
Vamos nos doar a nós. Nos amemos em primeiro lugar.
Tudo acontecerá naturalmente em função desse autorepeito.
Pois se esse não existir...Nada de bom nos alcançará...
Parabéns a todas as mulheres independentes!
quarta-feira, 10 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Why, why?
Why do I care so much?
Things which are boring
people...
Some people
know how to be poor
far from being humans
some kind of monsters
hidden
behind their fake smiles
Easy words
hard to believe
in such ideas
I should pitty you all
but I cannot for now
I am sorry for me
I should have fun
Do not mind
Why, why
Am I
so sad,
Dead,
Influenced by what is ugly...
Things which are boring
people...
Some people
know how to be poor
far from being humans
some kind of monsters
hidden
behind their fake smiles
Easy words
hard to believe
in such ideas
I should pitty you all
but I cannot for now
I am sorry for me
I should have fun
Do not mind
Why, why
Am I
so sad,
Dead,
Influenced by what is ugly...
quinta-feira, 4 de março de 2010
Fome e desespero
A fome me come por dentro
e por fora já não sou eu.
Quem é essa que enxergo no espelho?
Com todos os medos,
Os mesmos que fizeram e que fazem
o desespero.
Deformada estou,
errada?
Perdida já sou,
roupas não servem,
não me sinto amada.
Amada por mim,
armada com tudo a favor,
sempre me vi assim,
mas o incentivo virou dor,
quando a insanidade,
virou verdade,
e cá estou,
longe da embalagem,
que queria,
longe da imagem esguia.
e por fora já não sou eu.
Quem é essa que enxergo no espelho?
Com todos os medos,
Os mesmos que fizeram e que fazem
o desespero.
Deformada estou,
errada?
Perdida já sou,
roupas não servem,
não me sinto amada.
Amada por mim,
armada com tudo a favor,
sempre me vi assim,
mas o incentivo virou dor,
quando a insanidade,
virou verdade,
e cá estou,
longe da embalagem,
que queria,
longe da imagem esguia.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Cidade muda
Agora, olho pela janela
não ouço barulho,
não sinto o vento soprar,
nem o tempo passar.
Imagino como esteja a vida lá fora,
observo o movimento de todos como
cinema mudo.
Não julgo,
admiro o estranho balé ordenado no caos.
Não faz mal,
tudo muda,
nessa cidade muda,
daqui a pouco irei mergulhar nessa cena,
insana,
Escolhemos essa vida?
Ou ela se derrama até nos molhar,
e mudar tudo de novo,
aos poucos mergulhados na loucura,
vida segura?
se foi faz tempo.
Me vou com o vento,
a girar em movimento
para mudar...
não ouço barulho,
não sinto o vento soprar,
nem o tempo passar.
Imagino como esteja a vida lá fora,
observo o movimento de todos como
cinema mudo.
Não julgo,
admiro o estranho balé ordenado no caos.
Não faz mal,
tudo muda,
nessa cidade muda,
daqui a pouco irei mergulhar nessa cena,
insana,
Escolhemos essa vida?
Ou ela se derrama até nos molhar,
e mudar tudo de novo,
aos poucos mergulhados na loucura,
vida segura?
se foi faz tempo.
Me vou com o vento,
a girar em movimento
para mudar...
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